Abaixo reproduzimos um super artigo escrito por bugman no excelente melhores do mundo. clique abaixo e também deixem seus comentários sobre a matéria. Sério, isso importa muito para todos nós!!!

O e-reader chegou. Ou está chegando, dependendo de onde você mora. Para muita gente, estava aí a solução da indústria de quadrinhos, mas as editoras de livros já estão descobrindo que não é bem assim. Na Europa, a pirataria de livros digitais representava 19% do mercado em 2009. Esse ano já representa 35%. Fodeu?
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Talvez. A verdade é que boa parte da indústria contava com tablets e iPads para dar aquela reaquecida no mercado, por meio do conteúdo digital. Ao contrário. Esse ano, as perdas estimadas já beiram os 400 milhões de euros, bem acima do último ano. E você acha que o cenário acaba aí? Em 2010, tivemos quase 20 milhões de unidades de e-readers vendidos, mas em 2011 estima-se que teremos 55 milhões e, em 2012, um crescimento de três vezes mais. Aham, senta lá, editor.
O conteúdo digital vive um momento meio esquisito. Quando todo mundo achava que usuário não tinha que pagar por nada, o lorde Sith da imprensa, Rupert Murdoch, e outros magnatas resolveram abrir processo contra o Google - pessoalmente, acho isso um tiro no pé, mas desencanemos. - e passar a cobrar por notícias em sites e tudo mais. Essa moda chegou até ao Brasil, vejam vocês. Será que pega?

Não sei, mas uma coisa dá para dizer: quando todo mundo tiver seu tablet, vai ser difícil não imaginar um mundo onde eu, tu, ele, nós, vós, eles e mais alguém vão baixar tudo o que estiver disponível. Ou seja, tudo mesmo.
Nesse momento, é até engraçado ver como a indústria vai criando leis e mais leis para barrar isso, empresários vão querer cobrar, mas a própria tecnologia - ou simplesmente, a evolução, né? - está ao lado do usuário, como a criação do Color Book. É como se você reclamasse que não devolvem seus livros, mas continuasse emprestando.
Não tenho dúvidas de que, ao contrário do que muita gente boa acha, há sim espaço para conteúdo pago. Quadrinhos, especialmente. É um público-alvo que inclui gente disposta até a pagar mais caro por um produto que tenha qualidade. O problema não é dinheiro. O que ainda vai fazer muita empresa falir é essa mania de achar que algumas coisas não mudaram. Não adianta querer empurrar uma HQ da Miss Marvel para a gente pagar mais de R$5 em um gibi. Desse jeito, ninguém vai pagar mesmo.
Bugman não é absoluto, mas a Stephanie é

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